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2.SERIE COISAS DO AMOR.
Tem amores simples e complicados.tem amores viajante,flutuante;tem amores terrestres,amores de mares. Tem amores que não bastam as estrelas,e tem amores que pedem apenas as delicadezas do dia.tem amores para todos os corações.Pensei bem nisso ouvindo a(s) musica (s)do cazuza:
DORALINDA.Ela diz:
“ Eu queria te dar a lua só que pintada de verde/Te dar as estrelas de uma árvore de natal/ E todo o dinheiro falso do mundo/Eu queria te dar um carro negro conversível forrado de branco/ Uma viagem ao redor do mundo/Num navio branco/E um sapato com salto de brilhante pra você passear/Passear,Doralinda/porque te amo,te adoro e venero/Eu sou louco por você/Eu queria te dar um vison/Pra você andar no inverno na praia em Santa Catarina/Eu queria te dar o amor/Que talvez eu não tenha pra dar.”
Ou aquela loucura de um amar esparramado.Exagerado.
“Amor da minha vida daqui até a eternidade/nossos destinos foram traçados na maternidade./Paixão cruel,desenfreada/te trago mil rosas roubadas/pra desculpar minhas mentiras,minhas mancadas.ExagerAdo.(...)
“Faz parte do meu show...
“te pego na escola e encho a tua bola com todo o meu amor..(..)faço promessas malucas/tão curtas como um sonho bom...(..)/invento desculpas,provoco uma briga/digo que não estou/(..)
Vivo num clip sem nexo/um pierrot-retrocesso/
Meio bossa nova e rock n`roll/faz parte do meu show.” E.....
Escrito por LIV às 18h24
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Assim vamos vivendo a...
“Vida Louca vida,vida breve..(..).Vida imensa..(...) “é..”O Tempo não pára..”
As vezes não sabemos como exercitar as formas de amar.As vezes,protegendo causamos mais estragos que tudo(impensável crer que assim é)Amores comportam personalidades diferentes,amar é prova de esforço(digo ao meu amigo),é um bom esforço por isto mexe com os músculo do coração e da alma. Como vivenciar amor e não se perder ou perder a liberdade de sermos? Amar não é moldar,pôr em fôrma,é acompanhar o processo da alegria,da dor, das esquisitices do bem amado .Não é trair a si,não é trair o outro é apenas ser despojado das amarras das dores na consciência simples de que amar é estar feliz por amar sem esperar muito. Difícil rir,chorar;difícil é mostrar fraquezas pois a maioria nos quer fortes ás 23 horas do dia...deixando a vigésima quarta hora,para um descanso vigiado? Amar é deixar as portas abertas e não cerra-las com medos ou raivas porque o amor silenciou,esperou um tempo de aparecer. Não sei,amar é complicado;se ele pode ser livre ao sol a felicidade é plena ,mas se não pode tem que ser entendido os silêncios,as tristezas,as esperas.Amar com sentimento vivo ou platônico que seja ,não é ruim .
Em tempos de duros sentimentos,de áspera realidade,onde o s afetos são logo posto a ferro como escravo ou banido como exilados da pátria amorosa,só resta o desejo de amar mais e mais para não perder a direção do melhor do humano.As vezes o cansaço pode ser grande,as desilusões imensas,mas, o que faria no mundo se não sentisse essa emoção? Os corações estão frágeis,qualquer coisa cria desconfianças e fugas .Mas,é do ser humano temer as dores.Mas amar é dividir tudo isso que foi dito e talvez mais ainda.temo sim magoar e me magoar.Já fui magoada e magoei,só resta melhorar e evoluir os sentimentos.E sonhar,sentir um amor que nos fortaleça na crença de que amar vale apena.
UM BRINDE AO AMOR E A VIDA LOUCA VIDA BREVE.
Escrito por LIV às 18h20
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SAPATINHO DE CRISTAL(ainda?)
Li esta reportagem superlegal. Serve para as mulheres(é para nós!)mas também para os homens(os inteligentes)para saber a quantas anda a aflição feminina em relação ao comportamento dos maridos,amantes:amor e infidelidade é o TEMA da reportagem. Gente,tem muito chão pra gente andar!...Leiam com atenção.Vale.
A Mulher brasileira ainda precisa do olhar de um homem para se sentir aprovada e acha que pode ser a única coisa especial na vida do cara. Por isso, quando é traída, desmorona.” O pensamento da antropóloga Miriam Goldenberg, 50, autora do livro Infiel, Notas de uma Antropóloga, transforma nossa conversa de tarde de verão carioca em uma pequena intentona feminista. “Quando vamos perceber que o casamento é só uma das opções e não a única? Quando vamos ser livres e mais Leila Diniz?”, ela vai se perguntando. O tema inicial da conversa era infidelidade. Mas, como a antropóloga estuda há cerca de 20 anos o comportamento das mulheres de classe média brasileira (você mesma, leitora da Tpm), é impossível não falar sobre filhos, casamento, obsessão pela estética. Inclusive porque ela acredita que infidelidade tem a ver com tudo isso. Uma das teses de Miriam é que pensamos que podemos encontrar tudo em um homem, que ele pode preencher todas aquelas nossas faltas existenciais. Como se isso fosse possível! O problema, de acordo com a antropóloga, ainda é maior para as brasileiras. Ainda não aprendemos que dá pra ser feliz solteira, casada, amigada e que existem mil maneiras de viver. E, sim, ainda fingimos que não sabemos que um dia seremos traídas (quem nunca foi?) e um dia trairemos (quem nunca traiu?). E isso não é um drama tão grande assim. Faz parte da vida. Leia a seguir trechos da conversa com a antropóloga que conseguiu, no meio de uma tarde qualquer, ter uma conversa sobre infidelidade que foge completamente dos clichês que a gente está acostumada a ler por aí. Ah, ela também gasta seus dias com assuntos ligados ao universo feminino. Já lançou A Outra, De Perto Ninguém É Normal e Toda Mulher É Meio Leila Diniz.
Tpm. Por que você decidiu estudar infidelidade? Este ainda é um assunto importante para as garotas? Miriam. É a segunda vez que estudo o tema. Meu primeiro trabalho sobre isso foi há 20 anos, quando fiz doutorado. Decidi falar sobre desvio e escolhi esse tema porque é um comportamento desviante que nunca foi estudado. Quando fiz 50 anos, resolvi escrever um livro de presente para mim mesma e achei que era hora de voltar ao tema, porque ficou inconcluso.
Você não acha que o conceito de infidelidade mudou nesses últimos 20 anos? A gente é independente, não precisa mais do papel de um homem como antes... Pior é que precisamos. O que mudou é que a outra de antigamente, que dependia financeiramente do homem, não existe mais. Hoje, a amante é uma mulher independente. Mas o que me motivou nesse trabalho foi ver que muita coisa não mudou, que a infidelidade ainda é um sofrimento enorme na nossa cultura. Que a mulher traída se sente uma fracassada, por mais que seja moderna.
Mas, sinceramente, não é praticamente impossível ter um relacionamento duradouro sem que haja infidelidade? Por mais que a gente saiba disso racionalmente, você deseja ser única e especial e acredita que pode ser tudo isso para a pessoa que ama, o que é uma baita ilusão romântica. Achamos que, quando encontramos alguém, ele vai esquecer todo mundo, o passado, as outras pessoas e só olhar para a gente. Somos alimentadas por essa ilusão.
E também achamos que nunca vamos ter vontade de trair? Se dividir não é algo trivial para uma mulher. Acho que o problema fundamental da traição feminina é que a mulher nunca está preparada para a divisão. E o homem é acostumado com isso desde criança. Para o homem, a traição é uma coisa normal. Ele sabe que pode amar uma e transar com outra. Para a mulher é sempre um drama, é: “Como eu posso ter desejo por ele se eu amo o meu marido, o que está acontecendo comigo?”, uma confusão.
A gente é capaz até de romper uma relação só por desejar outra pessoa? Ah, sim, porque não suportamos essa divisão. E também não conseguimos ficar sem a figura de um homem por perto, esperamos um homem que vá resolver todas as nossas faltas.
Isso quer dizer que a gente ainda acredita em príncipe encantado? Eu não gosto dessa expressão porque acho que nem um príncipe vai resolver todos os problemas de uma pessoa. Teria que ser um superpríncipe [risos]. .....e
Escrito por LIV às 04h28
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E esse é um problema brasileiro? Sim. A mulher européia não acha mais que precisa de um homem ao lado. Na cultura deles já está claro que você tem várias maneiras de viver. Ter um homem, para a mulher brasileira, ainda é primordial. E ao mesmo tempo ela quer ser livre, loira, linda. Isso traz muito sofrimento.
Homens e mulheres lidam com o fato de serem traídos da mesma maneira? Não. Lidam de formas completamente diferentes. Homem não quer saber, ele não procura. A postura do homem é: “Se ela parecer fiel, eu sou feliz. Finja muito bem.” A mulher já tem essa postura de nunca acreditar que o homem é fiel, de procurar indícios de traição. E aí vai acabar encontrando, não é? Porque se ela não acredita provoca raiva no cara. Mas eu descobri homens fiéis. A infidelidade masculina não é uma certeza.
A mulher sofre mais quando é traída? O drama da traição, para mim, é maior para a mulher porque ela precisa de um homem que mostre para ela que ela é especial o tempo inteiro, seja o marido, o amante. A outra se acha única até para o amante, mesmo em uma relação onde ela evidentemente está em segundo plano. Acredita que a oficial é tipo uma coitadinha, ou uma puta. Quando a mulher descobre que é traída, desmorona não pela traição, que ela até entende racionalmente, mas por perceber que esse discurso de ser tão especial cai por terra.
Depois dessa conversa, dá impressão de que nós, mulheres, andamos meio loucas. Existe solução? Não, não estamos loucas. Isso é cultural. A cultura constrói a gente muito fragilizada sem um homem. É como se eles fossem objetos disputadíssimos, um objeto fundamental. Enquanto a gente não reverter isso, vamos continuar agindo como loucas, disputando atenção, achando que um telefonema pode mudar a nossa vida. O que a gente precisa é reverter essa idéia de que uma mulher sem um homem é uma fracassada, uma mulher menos. No dia em que as brasileiras falarem: “A minha opção é casar e ter filhos”, “a minha opção é não casar e não ter filhos”, “a minha opção é ter um filho sem casar”, quando tivermos todo esse cardápio de escolhas, vamos ser livres. Eu tenho nos meus dados que as mulheres invejam a liberdade masculina. Como pode? Depois de tudo o que a gente avançou? Isso é porque as mulheres não são livres!
E continuamos achando que vale ter um homem a qualquer preço... Sim. A infidelidade só é um drama por causa do valor que o casamento e o homem têm na nossa cultura. O homem pode ser meio infiel, meio alcoólatra, meio violento. Porque o importante é ter um homem. E, sinceramente, não sei em que geração isso vai mudar. Depois de tanta coisa, tanta liberação, acho que houve um retrocesso. Andamos meio conservadoras.
Uma coisa que me irrita é essa conversa sobre “falta de homem no mercado”. Você não acha que isso é a maior mentira? Olha, é uma mentira para você, que foge desse clichê e não se coloca dentro de um mercado, como algo que está ali para ser vendido. Quem se coloca no mercado, procura um bom partido, vai ver que existe mais mulher que homem, sim. Mas, é claro, se colocar em um mercado de relacionamentos não é tão legal. E quem se dá bem com isso são os homens, que acham que podem ter todas as mulheres do mundo para escolher. Mas quem se coloca de fora do mercado percebe claramente que não falta homem.
Ufa!
Fonte:http://revistatpm.uol.com.br/62/infiel
Escrito por LIV às 04h23
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ROMANCE,ARTE E VIDA:Entre a realidade e a ficção.
De que vale a escrita artística:poesias,romances se não contarmos o que a Historia quer esquecer.? Aprecio os gêneros literários,todos,o que importa é a possível consciência da nossa existência. Assim,de que serve a palavra,a língua se não for para PENSAR o mundo?
“Agora, o orgulho absoluto “que precede a queda”
(..)”Temos consciência do perigo de que, no início do século XXI, as ordens do dia dos homens se desloquem. O orçamento militar ultrapassa de longe os investimentos nas áreas da saúde, da educação e do desenvolvimento. As demandas urgentes das mulheres, dos idosos, dos jovens foram deixadas ao acaso. Os crimes contra a natureza multiplicam-se. No céu, escreveu Borges, conservar e criar são verbos sinônimos. Na terra, tornaram-se inimigos.
Ninguém se interessa pelas causas primárias do terror. A resposta ao terror não pode ser o terror, mas acima de tudo a inteligência, o controle democrático e o desenvolvimento socioeconômico, enquanto a identidade cultural das nações que, durante muito tempo, foram submetidas ao jugo da autoridade colonial deve ser reforçada.
Podemos nos tornar escravos de imagens hipnóticas que escolhemos. Podemos nos transformar em alegres robôs e nos divertir até morrer
Os valores internacionais, conquistados graças a muita perseverança crítica e muitos sacrifícios – direitos humanos, diplomacia, multilateralismo, prioridade da lei – são atacados pela precipitação cega do unilateralismo, da guerra preventiva e do orgulho absoluto que “precede a queda” (Provérbios, 16:18). Nossa resposta a essas realidades às vezes é simplesmente uma quietude passiva. Há quem creia viver no melhor dos mundos porque lhe foi dito que o indispensável era impossível.
Mas, por outro lado, fomos atacados pelo medo febril, ainda que inerte, de um Apocalypse latente que se desencadearia se Deus deixasse de amar suas criaturas e tivesse de destrui-las antes de recomeçar desde o início, como evocou Goethe.
O espaço se rendeu. Graças à imagem, podemos estar ao mesmo tempo em todos os lugares instantaneamente. Mas o tempo se pulverizou, fragmentando-se em imagens que correm o risco de negar ao mesmo tempo a imaginação do passado e a memória do futuro. Podemos nos tornar escravos de imagens hipnóticas que escolhemos. Podemos nos transformar em alegres robôs e nos divertir até morrer. Acredito que são realidades que deveriam nos motivar a afirmar que a língua é o fundamento da cultura, a porta da experiência, o teto da imaginação, a cave da memória, o
Escrito por LIV às 09h23
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quarto de dormir do amor e, além de tudo isso, a janela aberta para o ar da dúvida, que questiona e interroga. Descubro em todos os grandes romances um projeto humano, que se chama paixão, amor, liberdade ou justiça, convidando-nos a colocá-lo no estilo de nossa época e realizá-lo, mesmo que saibamos que foi condenado ao fracasso.
Dom Quixote sabe que ele vai encalhar, assim como o Père Goriot [O pai Goriot] (de Balzac), Anna Karenina (de Tolstoi) e o príncipe Mychkine, em O idiota, de Dostoievsky), o sabem. Mas somente graças à tomada de consciência, implícita ou explícita, desses fracassos é que eles salvarguardam e nos ajudam a salvaguardar a própria natureza da vida, a existência humana e seus valores, tais como são vivenciados, oferecidos e relebrados através de todos os tempos, todas as raças, todas as famílias da humanidade, sem que elas mesmas se percam na ilusão de um progresso e de uma felicidade ilimitados e garantidos. De acordo com as experiências dos séculos passados, não podemos mais ignorar as exceções trágicas à felicidade e ao progresso com que a humanidade se deparou sem cessar.(..)
Trágica liberdade, necessária e limitada
A literatura torna real o que a história esqueceu. E porque a história é o que foi, a literatura vai oferecer o que a história nunca foi
“Entre o desgosto e o nada, opto pelo desgosto” – célebre frase de Faulkner, à qual ele acrescenta: “o homem triunfará”. Não seria talvez essa a verdade do romance? A humanidade triunfará, e ela o fará porque, apesar dos acidentes da história, o romance nos diz que a arte nos restaura a vida, a vida que a história, em sua precipitação, desprezou. A literatura torna real o que a história esqueceu. E porque a história é o que foi, a literatura vai oferecer o que a história nunca foi. Por isso jamais poderemos testemunhar o fim da história – salvo se o mundo sobreviesse.
Faço um breve resumo sobre a analise do escritor Carlos Fuente sobre literatura e a vida.Toda a analise está na parte de literatura da revista LE MOND DIPLOMATIQUE.http://diplo.uol.com.br
(Trad.:: Wanda Caldeira Brant)
1 - Edições Asa, Lisboa, 2005.
..SERIE;MULHERES ESPECIAIS: .FRIDA KALLO.

ARTISTA PLASTICA,REVOLUCINÁRIA NA PINTURA E NOS COSTUMES.Mexicana
BOM INÍCIO DE OUTONO!
Escrito por LIV às 09h17
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REFLETINDO. "Não se pode viver sem pensar e não se pode pensar sem palavras. Mas as palavras, quando despojadas da vida são a hemorragia, o esvaziamento da alma. A hemorragia das palavras, está a perder a nossa civilização. Os homens e as sociedades estão a esvaziar-se. Vivemos uma existência anêmica porque abusamos das palavras.Os discursos não param. Perdemos a nossa vida em discussões, e em confissões públicas, e em debates, em processos.Vai ver que vamos passar a história com a idade dos processos. Estamos a ser sangrados pelas palavras" In "Os nós e os laços" António Alçaca Baptista , Editorial.Revista Presença,Edição 2001.Lisboa.”
MIKELÂNDIA NA AMERICA DO SUL!
E ele veio e nada disse...democraticamente falando.
Frases. (Falando de coisa chata(política)mas necessário.)rápido.
"Eles são pessoas que trabalham e respeitam o país, que pagam impostos, colhem legumes que você provavelmente come, pessoas que servem em restaurantes, que contribuem para a prosperidade dos EUA"
FELIPE CALDERÓN presidente do México, sobre seus parentes que emigraram para os Estados Unidos
..............................................................
"Não haverá uma cidadania automática. A população dos EUA não apóia isso e eu também não"
GEORGE W. BUSH presidente dos EUA
Escrito por LIV às 18h12
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(FONTE:FOLHA DE SÃO PAULO)
Assim ,o MURO VERGONHOSO continuará! Não sou especialista em política.
Quanto ao Brasil e o Bio álcool....impõe taxas. Desprezo e arrogância pela América Latina,foi o que vimos.Continua o mesmo. Isto só alimentará a posição de Chavez na região.Populismo é sempre um perigo,mas diante da pouca oferta americana haverá confronto econômico e militar em alguns países?(invasão dos norte americano na América do sul?).Se o próximo presidente for belicoso ,republicano e mantiver a linha dura e de intervenção militar , sim ;SE NÃO FOR dado ênfase aos acordos econômicos,caso contrario,é de se temer ações militares estrangeira ?sim.Quem disse que ianque é bonzinho?! O Pluto DISSE ISSO ao Mike? foi!
PROTESTO DO DIA
"Uma volta à caça às bruxas não me surpreenderia", diz o violonista Ry Cooder
"My Name Is Buddy" é um disco, um livro de contos ilustrado e quase um panfleto político. O novo trabalho de Ry Cooder, que será lançado nesta semana na Espanha, é uma combinação de história infantil com duras críticas à política conservadora e uma homenagem às antigas canções do folclore americano. Participam dele veteranos como Mike e Pete Seeger, o pianista Van Dyke Parks, o gaitista dos Chieftains, Paddy Moloney, e o acordeonista Flaco Jiménez.
Na verdade é uma espécie de volta às origens, porque seu primeiro álbum, de 1970, incluía temas dos legendários Woody Guthrie, Leadbelly e Blind Willie Johnson. Aos 60 anos, o produtor de "Buena Vista Social Club" parece ter recuperado o vigor da canção de protesto popular. Não é otimista em relação ao futuro, mas isso não o impede de empunhar a arma da denúncia.
EP - Há muita gente, inclusive muitos artistas, que estão reagindo. No cinema, na música e na literatura, há um movimento de intelectuais que está se manifestando. Cooder - Os palhaços de Washington conseguiram que comecemos a nos organizar. Começou a se organizar um certo ativismo, há manifestações, sites na Internet onde se divulgam protestos, escrevem-se cartas abertas. Pete Seeger comentou que nunca em sua vida tinha visto tantos cérebros da época comprometidos com os problemas do mundo como hoje.
EP - Há pouco tempo, o FBI entrou na casa de uma menina que tinha posto na Internet uma montagem inocente de Bush com um machado. Com as coisas que o senhor diz, não teve problemas em seu país? Cooder - Não temos censura, por enquanto. Os republicanos andam com a Constituição na mão, embora não gostem, porque sabem que esse documento é a base de nossa sociedade. Eu, como qualquer pessoa, ainda posso participar de uma manifestação, cantar uma canção, escrever uma carta, mas não me surpreenderia se voltássemos em breve a uma época como a do macarthismo e a caça às bruxas. O futuro não se apresenta bem.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Fietta Jarque Em Madri Visite o site do El País
18/03/2007
Escrito por LIV às 18h07
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PALAVRAS DE POETAS,NUNCA É DEMAIS SABER.
(Uma chuva sobre a cidade.Livros entre as mãos...Um som de violino no ar.)
“, Der Spruch (A sentença/1914), de Ernst Stadler: “Num velho livro topei com uma palavra / Que me veio como um golpe e ainda arde em brasa: / E quando me entrego a um turvo prazer / Preferindo brilho, mentira e jogo em vez do puro ser, / Quando acho melhor com supérfluo me enganar, / Como se fosse claro o escuro, como se a vida não tivesse milhares / de portas a fechar, // E repito palavras cuja amplidão nunca senti, / E toco em coisas cujo sentido jamais revolvi, / Quando um sonho bem-vindo me acaricia com mãos de veludo / Aliviando-me do cotidiano sobretudo, / Longe do mundo, alheio ao mais profundo eu, / Então se ergue em mim a palavra: Homem, procura o teu apogeu!”
A maior poeta do expressionismo - Ela publicou seus primeiros poemas em 1899, com quase 30 anos de idade, e foi uma das fundadoras da revista Der Sturm. De origem judaica, como a maioria dos poetas expressionistas alemães, e muito bela, transgrediu quase todas as normas da sociedade vigente. Casou-se duas vezes, na segunda com o escritor Herwarth Walden. Tinha crises profundas de depressão. Viveu em constantes dificuldades financeiras. Excêntrica e rebelde, uma lenda alemã: Else Lasker-Schüler. Uma poeta movida pela paixão. Sua poesia autobiográfica, criativa, espontânea e melódica não encontrava limites para a formação de novas palavras na língua alemã. Ela foi um dos poucos representantes do expressionismo que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial. Ironia do destino: faleceu em Jerusalém em 1945, logo após o final da guerra. Seus poemas lembram a poeta portuguesa Florbela Espanca. Gottfried Benn (que também faz parte da antologia), a quem nos poemas chamava de Giselheer, foi uma grande paixão da poeta. Lasker-Schüller dedica o poema Giselheer dem König (A Giselheer, o rei/1913) a Gottfried Benn: “Estou tão só / Se encontrasse a sombra / De um doce coração. // - Ou se alguém / Me ofertasse uma estrela - / Sempre a apanharam / Os anjos / Assim, no vai-e-vem. // Tenho medo / Da terra negra. / Como ir embora? // Quero ser enterrada / Nas nuvens, / Ali onde o sol cresce, / Amo-te assim! / Também me amas? / Diz, então... “.
O período mais fecundo da poesia expressionista alemã foi entre 1910 e 1918. Desejar!? Apaixonar!? Sonhar!? Delirar!? Eis os principais verbos, em seus tons afirmativos e questionadores, que faz parte do grande mural de palavras dos jovens poetas expressionistas alemães. Visto de frente, e iluminados pela tênue luz do luar, o grande mérito e extrema vitalidade do movimento repousa num conturbado grito de descontentamento. Na década de 1910, numa procura incessante pela liberdade, ecoava pelo mundo uma súplica, - sempre em expansão e movimento, um lugar e ponto de intercessão -, onde os sonhos e a utopia jamais acabarão. “
Se ontem,havia o grito das liberdades(das massas)opressão política e econômica,o tempo atual ainda exige esse mesmo grito.Se as liberdades individuais vão se firmando com o avanço do tempo,as angustias dos avanços tecnológicos nos empurram para o mesmo temor. A afliçao que provoca nas almas a falta do amor como valor da existência,é um prato substancial para a poesia de súplica,de sonhos,de inquietação existencial. Diz Pessoa: (“com uma tal falta de gente coexistível, como há hoje, que pode um homem de sensibilidade fazer senão inventar os seus amigos, ou quando menos, os seus companheiros de espírito?”);ou.... E ainda aponta para o não-eu do poeta, à luz da consciência e seu tempo (Tzvietáieva: “Eu me recuso a ser. / No asilo da não-gente / Me recuso a viver.”) ou remetendo Gertrude Stein (“uma vez que não há gente existente em parte alguma exceto aqui ser gente não é uma coisa fácil e por isso as obras-primas são tão raras”).
O POETA LÊ,VÊ,SENTE O SEU TEMPO.Nele (o poeta,a poeta)está.Assim,o poeta se sente..
Escrito por LIV às 07h09
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